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Pan testando 1...2...3... Template Lain invadindo blog alheio... Depois exclui mas só assim dá pra ver se deu certo... - Postado por: Raffa Vedder às 20h54 [ ] [ envie esta mensagem ] Comentando "A Balada do Garoto que se encontrou (ou canto para a morte) É a segunda vez que faço isso, embora não queira fazer disso um hábito... mas vamos lá. Eu achei que devia colocar alguns fatos, para que os interessados em mim possam me conhecer um pouco melhor... A começar pelo título, que significa dizer simplesmente o seguinte: é a história de um garoto que deixa de estar perdido, e pode olhar para si e dizer que esta pronto para morrer porque conseguiu tudo em sua vida. Óbvio que isto é uma utopia, um sonho. Ninguém conseguirá fazer isso nunca, acredito, mas todos correm em busca deste dia. Todos se preparam para morrer feliz, e isso não é triste. Feliz, é aquele que morre sem arrependimentos. A vida acabou e ele fez tudo o que quis. Eu quero isso para mim. "Dedo após dedo" e "cavo os momentos de minha vida" significa dizer que se pensa devagar na vida que se leva, e quando as crianças deixam tangivel a escuridão, é sinal de que um futuro com elas é bom, mas ele não as terá, e a escuridão prevalece. Skarmetá foi o autor de "O Carteiro e o Poeta" e ele fala de como a apatia mata, entre outras coisas. O garoto da balada encontra sentido em morrer ápatico somente se ele esta em contrasenso com os ideias da pessoa com quem ele fala na balada. E para isso ele levanta mentiras se preciso for. Um mundo que ele cirou e não quer destruir. Um mundo falso. O corpo cansado do jardim, é um corpo belo e esperançoso, pois jardins são belos e esperançosos. Todos são suscestiveis a dor. Todos. Proteger o bispo significa proteger a fé. Quando digo que o pastor falhou, me refiro a um lance de xadrez muito simples, ou seja, a pessoa tentou vencer as dificuldades da vida com respostas simplistas. Os peões, são todos aqueles que sustentam as mesmas mentiras e verdades por toda a vida... os cavalos, são todas as pessoas de valor que cercam uma vida, que nada podem fazer diante da queda da rainha, que no caso seria alguém importante para o garoto da balada. O rei então tenta lutar, mas é tarde demais... Os romanos são os barbaros e ogros que se opõem a sensibilidade que a cada dia esta mais perdida. César é o tirano que te humilha sempre que pode. Rosencrantz é o seu amigo falso que tenta te manipular e acabar com sua vida por inveja ou outra coisa qualquer. O punhal ficará para sempre, pois feridas são rotina a ponto de se aprender a se curar sem deixar a doença ir embora. Viver na depressão, na dor. "A floresta de Thoreau" remete a "Sociedade dos Poetas Mortos", filme que fez-me querer ser professor. Thoreau é o poeta que os poetas do filme citavam no início de suas reuniões. "Fui para a floresta porque queria viver intensamente, para que ao fim da vida não olhar para fora e perceber que não vivi". Carpe Diem senhoras e senhores, mancebos e senhoritas. Olhar fixo sem voz, vem de se afundar no seu próprio mundo e se asfixiar nele, sem se revelar a ninguém... eu sei o quanto isso pode ser ruim. As frases que se perdem e trazem as cinzas da liberdade são as frases mais tipicas: "Eu te amo" "Quero casar com você" e coisas do tipo... O escudo, são as mesmas mentiras que ele levanta com a ajuda de Skarmetá, e sem forças para levantar se arrasta sozinho tentando encontrar sentido para toda sua vida. Mesmo derrotado ele continua andando... E então ele escontra vestigios de felicidade e isso lhe basta para que ele diga: Estou pronto para - Postado por: Raffa Vedder às 19h23 [ ] [ envie esta mensagem ] "A Balada do Garoto que se encontrou (ou canto para a morte)" "Dedo após dedo eu cavo
os momentos de minha vida, e tudo
multiplica o temor ao chão,
e crianças deixam tangivel a escuridão.
E nas palavras de Skarmetá
encontrei sentido em levantar
todas as mentiras que erguemos
para consolar, se desejo
o contrasenso de seus ideais.
Um coração aberto sangra sem parar...
inunda a sala, transforma o mar;
queima o suor quente que escorre
pelo corpo cansado deste jardim.
Protejo o bispo, o pastor falhou;
cavalos asssutados vêem a rainha cair...
Os peões não podem mais sustentar mentiras,
e o Rei larga o cetro, saca a espada,
tarde demais.
Os Romanos barbarizam minhas defesas...
César se levanta e Rozencrantz aparece
querendo-me tocar feito flauta,
devolvendo meus horizontes para um lugar
que não posso alcançar...
E nunca mais o punhal
irá sair de minha perna
que já aprendeu a cicatrizar
chagas e feridas.
Desejos abaixo... cantigas ao acaso...
E eu chorei por mim...
A lança joga ao ar
meus medos de quando olhei
para trás e não vi histórias para contar...
Eu não conheci a floresta de Thoreau...
As placas se perderam na rua e trás.
As luzes da cidade não são mais
o que pensei.
Ofusca a Lua, sufoca a esperança
de sonhar.
Olhar fixo sem voz...
Perdidas junto as frases
vem as cinzas do que
se pensou sobre liberdade.
Um passo atrás do desejo,
sem domonstrar o que se pode sentir,
é quando chega o entardecer, e
percebo que o melhor lugar para estar
pode ser um lugar que não existe mais.
Afinal, eu não vou saber dizer se há força
para negar que eu sou fraco
e assustado, e que minhas respostas
não servem para tudo.
Finjo não saber o que há...
Tropeço no escudo,
caio esperando o futuro chegar...
Tento levantar,
me arrasto sem par.
À frente vejo novos rumos de aviação.
Percebo faróis na neblina
e sigo encantado com a sombra de seu
olhar.
(...)
Então encontro aconchego
e já posso esperar
a morte chegar..." - Postado por: Raffa Vedder às 18h35 [ ] [ envie esta mensagem ] Um canto para Caronte (ou de como a Mantícora aprendeu a voar) "O hálito cansado de um corpo pálido Essa é a música na qual eu me baseei para escrever a peça que leva o mesmo nome. É uma música do Dance of Days, do cd "Valsa das Águas Vivas" (como se precisasse dizer... qualquer um que ler isso, vai saber que não fui que escrevi essa música, simplesmente porque não tenho capacidade para tanto... >_<)
- Postado por: Raffa Vedder às 17h50 [ ] [ envie esta mensagem ] Tres meses e um dia depois é, eu sei que ninguém anda lendo meu blog nos últimos dias, mas eu posto mesmo assim. Eu sou teimoso. "Eu vou escrever uma peça para a senhora. Ela vai falar de um garoto e de sua tia, e de como ela o ajuda a superar seus problemas... mas a senhora tem que estar lá para ve-la Tia. Eu vou escrever a peça para a senhora, e por isso a senhora tem que estar lá, na primeira fila, assistindo a peça, para depois aplaudir de pé, não o conteúdo da peça, mas a senhora mesmo... Pois "Um Canto Para Caronte (Ou De Como A Mantícora Aprendeu A Voar)" vai falar da senhora... Por isso Tia, ve se sai logo desse hospital. Por favor" Depois que eu disse exatamente essas palavras para a senhora Maria Antonia no hospital, eu me lembro que ela teve uma crise, se contorceu, e eu não aguentei. Comecei a chorar desesperado, e deixei meu pai sozinho com ela. Sai pelo corredor amaldiçoando um deus que eu já haiva negado, mas que ao mesmo tempo precisava dele. Eu tinha que culpar alguém... ou não aguentaria. Então eu dei murros nas paredes, e trinquei alguns ossos da mão. Quando na noite do dia 19 de fevereiro veio a notícia que ela haiva falecido, eu senti uma dor que eu não sabia existir... o desespero, ódio, tristeza, asco, cansaço, apatia, melancolia, depressão, solidão, desesperança... tudo isso e mais alguns sentimentos se misturaram, e me fizeram chorar. Muito. Era um dia que não devia existir. O pior dia da minha vida. A senhora que me foi tudo e mais um pouco havia morrido, e até hoje eu ainda não voltei a entrar em sua casa. Acho que eu não vou suportar. Vou cair, e chorar de novo. Até hoje acredito que ela está lá, sentada em seu banquinho, costurando algumas roupas e que a qualquer momento, vai voltar a me peqgar no colo e cantar "É o cu da cobra" para me fazer dormir. E mais tarde ela vai fazer polenta com frango, e falar para mim que é torta, porque eu não comia polenta. Só torta. E descobri que o mundo não é apenas cruel. É também irreversível. Tudo que se foi, se foi, e como o vento, morreu. E um outro turbilhão me atingiu. E sexta feira, dia vinte de maio, três meses e um dia depois do falecimento de minha Tia, eu termino de escrever "Um Canto para Caronte (ou de como a Mantícora aprendeu a voar)". Pode não estar boa e a senhora realmente merece mais Tia minha. Mas é tudo o que eu posso fazer. Me dediquei ao máximo com ela, e a fiz colocando todos os meus sentimentos nela. São palavras e sentimentos que se misturam para a senhora, Tia. Muito obrigado por me aturar Tia. Muito obrigado por me criar Tia. Muito obrigado por me fazer gente Tia. Muito obrigado por tudo. E me desculpe por não ter sabido dizer isso para a senhora quando tudo isso devia ser dito. De seu sobrinho que te ama hoje e sempre. Rafael Alves de Oliveira, ou Fá. - Postado por: Raffa Vedder às 19h17 [ ] [ envie esta mensagem ] Mais um passo... Um homem deve deixar para trás seus medos e seguir adiante. Caso contrário ele para. Fica estagnado. Não consegue ver adiante e se torna pacato. E onde fica a revolução? Seja qualquer tipo de revolução? E então onde ficam os Sonhos? Os sonhos em que eu voava e sorria? Onde ficam as metas que plantei, e os objetivos que criei? Vão tudo para o inferno da repetição. E assim, você morre sozinho em um mundo que vai embora por entre seus dedos, com o passar dos dias. E este não é o fim. É o começo. Tudo caminha, e é egoísmo querer proteger o mundo, e acreditar que todos vão ficar sempre ao seu lado, renegando suas próprias vidas. Querer que seus amigos não se vão, que seus amigos não criem asas e voem é egoísmo. Além de simplesmente acreditar em minha verdade e ter minha resposta, eu preciso crer que as pessoas que eu protejo com minha vida, são pessoas nas quais eu posso confiar plenamente, e que nunca vão me apunhalar pelas costas. E que além dessas pessoas que eu protejo, existem pessoas que também não o faram. Pessoas que quando levantarem a mão eu me preparar para lutar, vão simplesmente me dar um abraço... Eu me pergunto se existem mais pessoas assim. Eu me pergunto se meus amigos vão me abandonar. Eu me pergunto até quando o mundo que eu criei chamdo "Inácio Monteiro" vai durar. Com exceção do Lipe, da Pan, da Mari, da Fernanda, e da Lú, todos os meus irmãos estão lá, e é lá que eu passo os meus dias felizes... (...) Não quero que estes dias se vão. Não quero que minha se torne vã. Mas quero acreditar que vale a pena tentar. Que tudo vai estar bem, e ninguém vai me chutar de suas vidas. Aos meus irmãos, e ao meu mundo chamado "Inácio Monteiro" Obrigado. Principalmente, neste caso, ao meu Mestre, meu Sifu, Carlos Renato, que me jogou isto na cara como um direto de direita, e me fez enxergar um novo horizonte. E possívelmente crescer.
- Postado por: Raffa Vedder às 19h18 [ ] [ envie esta mensagem ] Agonia do Coração Tantas noites sem direção, que nos levam ao fim dos sonhos... qual a voz que te diz: "Vem, você tem para onde voltar"? Se é sem amor, acaba com o tempo e também devagar... Sinto não ter vontade para ir embora desta casa derrotada por chamas que já não podem me queimar. E não tenho como implorar para você me beijar.. você não esta aqui para me ver derramar o ódio o desespero e as mágoas do peito para tentar renascer, e viver dentro de seu mundo. Suas cartas já não me deixam dormir em paz... e quero sumir de meus próprios olhos. Agora já não si mais se consigo expulsar de minha alma o abraço que me aqueceu e me prendeu a ti... - Postado por: Raffa Vedder às 18h04 [ ] [ envie esta mensagem ] Agonia do coração Tantas noites sem direção, que nos levam ao fim dos sonhos... qual a voz que te diz: "Vem, você tem para onde voltar"? Se é sem amor, acaba com o tempo e também devagar... Sinto não ter vontade para ir embora desta casa derrotada por chamas que já não podem me queimar. E não tenho como implorar para você me beijar.. você não esta aqui para me ver derramar o ódio o desespero e as mágoas do peito para tentar renascer, e viver dentro de seu mundo. Suas cartas já não me deixam dormir em paz... e quero sumir de meus próprios olhos. Agora já não si mais se consigo expulsar de minha alma o abraço que me aqueceu e me prendeu a ti...
- Postado por: Raffa Vedder às 18h03 [ ] [ envie esta mensagem ] Tornando-se homem Fuja do circo... Siga o espantalho pela estrada de tijolos amarelos, e vá. E não olhe para os olhos do Leão, não se intimide com Homens de Lata sem coração. Pinte algumas mechas douradas, vença todos os gritos que saem pela sua orelha, e seja um bom homem diante do mago. Se entregue a luxuria. Corra pelos Campos Elíseos... acredite nos deuses que caminham por ai... E não olhe para os olhos do Leão, Não se intimide com Homens de Lata sem coração. Cante orações durante suas noites e brinque com macacos, viva afogado em pecados e seja idolatrado. Seja o reverendo dentro de qualquer casa.
- Postado por: Raffa Vedder às 17h58 [ ] [ envie esta mensagem ] É só um jardim... nada mais Alegrias frias não me deixam alcançar os pardais negros que cantam no jardim... não pretendo viver assim. Em Abel encontro inveja tão cruel e te entrego as mãos, vermes em troféus. A morte está no ar. Explodindo o céu, que já cansou de brilhar estrelas para o céu de todos e ninguém. Tudo esta tá fora do lugar que todos os dias penso em acampar em seus sonhos infantis... colher tulipas e pessegos para te entregar... "Espero que goste de Jasmim... de Madressilva ou Carmesim... foram as flores que plantei..."
- Postado por: Raffa Vedder às 17h53 [ ] [ envie esta mensagem ] E assim se foi... (ou da Construção de um Castelo para o Passado) Não vou te ver dormir, ou mesmo se enconlher... Não vou ter seus beijos despertando minha paixão, e a paixão não vai crescer. Meu coração parou de bater, junto com o amanhecer de uma nova estrada... E não vou te ver andar, sob uma noite de prata. Não vou mais tremer quando pensar em ti, e vou esmorecer pois eu queria tanto que fui lá onde os anjos tem medo de entrar. E guarde minha espada, para não ter que matar os demônios que vieram me impedir de acreditar em teus olhos de fel. Ah... como o vento fui te buscar em qualquer lugar... E vivi cada instante desejando parar todos os pardais que vinham anunciar que o dia chegava e se recusava a simplesmente parar... (...) E não ovu mais ter teu abraço para me confortar, nem quero lembrar de ti quando a chuva chegar. Te arranco dos meus dias, mas eles se vão, caminhando para trás trazendo dor, transformando minha vida em prisão. Ah, se eu pudesse cortar minhas mãos, pegar o meu sangue no chão, e viajar em um balão, voaria o mundo e gritaria no ar que tudo se foi e que eu queria voltar... voltar... voltar... voltar...
- Postado por: Raffa Vedder às 17h49 [ ] [ envie esta mensagem ] Castelos. Dia 17 de julho comecei a construir um castelo. E para que servem castelos? Ou melhor para que servem casas? Para proteger. Do frio, da doença. Para aconchegar, e também para ter onde voltar. E outras coisas mais. Um castelo, é tudo isso maximizado. Maior. Bloco a bloco eu o ergui. Desenhei suas paredes e as pintei. Tive que travar guerras em feudos para construi-lo. Fiz de minha vida um conto de fadas. Triste e feliz. Tive o prazer de sofrer de amor. E o desprazer de sofrer com a dor. Fui além de todos os meus sonhos, e voltei. Busquei idéias, vivi horrores. Chorei na primavera, sorri com horrores. Foram quase dez meses de angustia, alegria desilusão e admiração. Foram quase dez meses de amor e ódio. E outras coisas mais... E nesse fim de semana o último bloco desse castelo foi posto. E para que? Para que eu o abandonasse feliz. Lutei por um lugar, mas ainda sou um andarilho. Rurouni Raffa. Cheguei a conclusão de que o castelo que construi com a Michele agora enfeita meu passado. Um passado que protegerei e de que me orgulho. Um passado que me deu minha vontade e minha verdade. Mas não é uma verdade comum. É algo que apenas me serve de guia. É meu norte. Algo que esteve comigo sempre, mesmo quando vivi o inferno em vida. Mesmo quando fui o "Garoto que escolheu amar". Mesmo indo e vindo, lutando e vencendo. E devo tudo isso aos meus amigos. E também a senhorita Cristina Sirc, minha primeira namorada, minha Tomoe. Ela é alguém realmente especial para mim. As palavras dela soaram como luz em meu caminho. Obrigado ^_^ E por incricel que pareça eu devo a mim... fui aonde tinha que ir. Vivi o que tive de viver, e não tive medo de morrer. É como o Lipe costuma dizer: "AVANTE, AVANTE. ESTOU AQUI PARA LUTAR!!!"
- Postado por: Raffa Vedder às 19h29 [ ] [ envie esta mensagem ] A 4 dias de um passo. (raffa vedder) Já não me encontro aqui ou em qualquer outro lugar... Me encontro sem fim... Me sinto pesado mas mesmo assim eu tento estar sempre com um sorriso no rosto... Eu sei que você gosta de me ver assim. E agora eu sangro e me entrego a você. Te dou minha alma... e o que mais você pedir. Mas... Não me peça razões... muitas vezes não há. E se eu tivesse que dizer, diria que minha razão é você. Eu quero poder querer... Ter um dia a mais com você. Te ver dormir... sem ouvir os passos do dia chegar. Viver nos sonhar. Quadros antigos me lembram que um dia eu não precisei me preocupar... pensei que estarai com você até o meu mundo acabar. Mas então eu morri, sem te ver chorar... E Não me peça razões... muitas vezes não há. e se eu tivesse que dizer, diria que minha razão é você.
- Postado por: Raffa Vedder às 18h51 [ ] [ envie esta mensagem ] Borboletas São muitas coisas... borboletas que só querem voar... destroçaram muito de mim. Minha irmã por exemplo é um borboleta assim. E existem muitas borboletas como minha irmã por ai. Porque é tão difícil? E me refiro agora aos meus sentimentos... eu sei que esse post não vai ficar muito coeso, mas minha mente não esta coesa ultimamente... as poucas bases que tenho caem uma a uma. Eu não costumo ligar, mas às vezes incomoda. No fundo eu acredito no dogma de que eu posso ser amado pela Michele. Agora, porque? Eu gostaria de poder arrancar meus olhos e meu coração fora. Gostaria de ser... amado. Amado agora. Amado por ela. Gostaria de conseguir simplificar minha vida, ou de poder lutar com minha espada. Mas existem lutas que nem mesmo um sakabatou pode ser usado. E nem mesmo o Kenshin conseguiu lutar com a espada embainhada. (eu realmente gosto muito desse anime). Será que eu vou conseguir? Ele não conseguiu. Teve que usar a técnica suprema para derrotar o Aoshi, e o máximo que ele conseguiu foi quebrar a Watou do Enishi. E isso envolve derrota... não é para ser uma batalha... não consigo e não consegui enxergar o melhor modo de alcançar meus objetivos. Não enxerguei o melhor jeito de conseguir o amor dela, e sei de todas as implicações disto. Eu devo ser eu e ainda assim quero estar ao lado dela. Quero que ela caminhe comigo e eu com ela. Em qualquer estrada. Quero passar o resto de meus dias ao lado dela. Quero ter uma família com ela. Não quero somente beijá-la e abraçá-la. Não penso em ficar um mês ou uma década ao lado dela. Penso em chorar e sorrir, brigar e brincar, estagnar e viajar, fazer planos... viver e com ela morrer. E só de pensar em ter uma família, sinto meus dedos tremerem, sinto meu rosto ficar vermelho. (...) Às vezes eu o coração doer de verdade. Dor física. Dor de verdade. Eu não entendo... - Postado por: Raffa Vedder às 18h43 [ ] [ envie esta mensagem ] "Demorou mais parece que´enfim surge algum sinal de amadureciemnto nessa sua cabecinha, me refiro a parte que vc diz que seua pais te amam, a rebeldia começa a passar, vc começa a deixar a adolescência, tudo de bom. Gatinho te adoro." quem escreveu assinou simplesmente como "adivinha..." eu acho que adivinhei, mas não tenho certeza sobre quem fez o comentário.... e se eu tivesse que adivinhar as coisas eu não seria um filósofo, mas sim um cientista. XD XD XD por favor se identifique "Que lindo, vc podia arrumar jeito de publicar as coisas que vc escreve, seria interessante. Abraços." eu agradeço muuuuuuuuito aos elogios mas simplesmente assinar eu, não diz muita coisa... se é que vc me entende... e segundo Parmenides, o não ser.... XD XD XD - Postado por: Raffa Vedder às 19h11 [ ] [ envie esta mensagem ] |